
O deputado federal Paulo Maluf (PP-SP) disse que Fernando Haddad (PT), seu aliado, estaria melhor se o tivesse exposto mais na campanha. Maluf contou que tirou essa conclusão de uma pesquisa Datafolha, segundo a qual 12% dos paulistanos votariam num candidato apoiado por ele.
"Ele não me usou muito. Se usasse mais, estaria melhor na pesquisa."
Ele não citou o outro lado da moeda da mesma pesquisa -64% rejeitavam sua aliança com o PT.
Maluf era adversário do PT até o seu partido se tornar parte da base aliada de Lula. O deputado fez a declaração ao votar em São Paulo, nos Jardins (zona oeste). O próprio Maluf diz saber que a decisão de não aproveitá-lo na campanha petista partiu do marqueteiro João Santana. Pesquisas do PT mostravam alta rejeição ao seu nome. Maluf ponderou, porém, que as pesquisas são insuficientes para captar o sentimento popular porque há "um coeficiente psicológico".
O deputado diz ter apoiado o PT após as mudanças de posição do partido que se seguiram à chegada de Lula à Presidência, em 2003.
"Eu não mudei. Eles mudaram muito. Ajudaram tanto as multinacionais, que eu me sinto comunista perto deles."
A ajuda traduziu-se no corte de impostos iniciado por Lula em 2008 para conter a crise econômica internacional, que beneficiou montadoras de carros e fabricantes de fogões e geladeiras. Disse que preferiu apoiar Haddad por conta da ligação com Dilma, o que facilitaria a vinda de recursos.
(Folha de São Paulo)
"Eu não mudei. Eles mudaram muito. Ajudaram tanto as multinacionais, que eu me sinto comunista perto deles."
A ajuda traduziu-se no corte de impostos iniciado por Lula em 2008 para conter a crise econômica internacional, que beneficiou montadoras de carros e fabricantes de fogões e geladeiras. Disse que preferiu apoiar Haddad por conta da ligação com Dilma, o que facilitaria a vinda de recursos.
(Folha de São Paulo)
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